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É incrível como a ideia de “padrão de beleza” está tão arraigada no nosso mundo, né? Esses dias, fazendo minhas pesquisas na net, encontrei um post sobre um experimento muito interessante que trata dessa questão.

A jornalista Esther Honig, baseada na cidade de Kansas – Estados Unidos, resolveu investigar como os padrões de beleza variam não só pela região ou por diferenças culturais.

Em uma série de fotos, Esther quis ilustrar também como o Photoshop afetou a maneira que a mídia molda o “conceito” de beleza e contactou artistas autônomos de vários países para ver como eles retocariam o retrato dela.

Segundo Honig, foram contratados cerca de 40 pessoas de mais de 25 países, como Sri Lanka, Ucrânia, Filipinas, Alemanha etc. Alguns são especialistas no tratamento de imagens, outros puramente amadores. Com um autorretrato sem qualquer retoque ou edição, a jornalista apenas pediu a essas pessoas que melhorassem sua imagem e a deixassem bonita.

O objetivo foi retratar a visão de beleza de cada artista, conforme seus conceitos pessoais e culturais, além da influência dos conceitos midiáticos. O resultado é incrível e mostra uma transformação drástica de sua imagem. E, apesar do esforço da mídia em padronizar a beleza, as fotos mostram que questões culturais ainda têm forte influência na visão do que é belo. Em suma, não adianta querer agradar a gregos e troianos… Ou ser a menina da capa de revista. A beleza está nos olhos de quem vê. Confiram o resultado desse experimento:

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Que Christian Dior virou lenda, todo mundo sabe. Mas nem todos sabem como essa lenda começou…

Dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, com então 42 anos de idade, Christian Dior apresentou sua primeira coleção de moda em Paris, na Avenue Montaigne, número 30, para vários integrantes da imprensa da época.

Carmel Snow, editora chefe da revista Harper’s Bazaar, declarou: “It’s quite a revolution, dear Christian! Your dresses have such a new look!” (É uma grande revolução, querido Christian! Seus vestidos tem um novo visual!).

Pronto, estava lançado um ícone. Um correspondente da Reuters confiscou o slogan imediatamente e no mesmo dia a notícia já havia se espalhado pelos Estados Unidos, antes mesmo da França, cujos jornais estavam em greve.

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Eu, quando vi as pinturas do canadense Jason de Graaf, fiquei muito em dúvida se realmente eram pinturas.

É tudo tão realista que a gente realmente duvida se não se trata apenas de uma foto. Tanto que este post entrou na seção fotografia porque a verossimilhança é tamanha que a gente custa a acreditar.

No entanto, as pinturas de Jason não se limitam ao talento fotorrealista. Segundo ele descreve em seu blog, as pinturas “encenam uma realidade alternativa, a ilusão de verossimilhança na superfície pintada, filtrada para que seja expressa minha visão única”. O artista tem um trabalho meticuloso de detalhar texturas, sombras, jogo de luzes e reflexos em suas pinturas. Para Jason de Graaf não se trata apenas da reprodução de uma foto. A ideia é criar a ilusão de profundidade e de uma perspectiva distorcida, ainda que levemente, infundindo a pintura em um espectro de mistério.

E o resultado é incrível. Eu mesma fiquei procurando algum defeito, algum detalhe que indicasse que foi tudo feito à mão mesmo. Muita gente pode questionar se isso realmente é arte e não pretendo entrar nesse mérito… Mas que impressiona, ahhh, impressiona!

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Existem marcas que levamos para a vida toda… Seja de uma queda ou acidente, de um ato de amor ou de uma mágoa não perdoada. Mas todas essas marcas são involuntárias, pois não temos controle sobre elas. A tatuagem, no entanto, é uma marca escolhida por nós. Traduz uma fase da vida, um sentimento, uma ideologia ou pode ser puramente estética. O seu significado tem caráter estritamente pessoal e ninguém tem o direito de julgar, afinal trata-se de corpo alheio e cada um é dono do seu nariz (e do braço, da perna, da mão e etc etc etc).

Mas quando a gente decide fazer uma tatuagem, muitas pessoas questionam: e quando você ficar velho? Isso porque ainda estamos limitados à questões estéticas, preocupados, por exemplo, se a tatuagem vai “deformar” quando chegarem as pregas e rugas ou quando a pele já não terá a mesma firmeza de quando se era jovem.

É claro que decidir fazer uma tatuagem é coisa séria e deve ser bem pensada, pois o arrependimento pode dar uma grande dor de cabeça. Mas quando a gente tem certeza e, principalmente, quando a tattoo vem cheia de significado, essa marca parece fazer tanto sentido como se sempre tivesse feito parte do nosso corpo. Ela conta uma história da nossa vida, torna-se um pedaço do nosso corpo. E questões como velhice são o que menos importam…

O site Tinta na Pele, especializado em tatuagens, reuniu uma série de fotos de idosos tatuados que demonstram como essas pessoas se sentem com tantas marcas adquiridas ao longo dos anos… São velhinhos e velhinhas felizes e orgulhosos do que se tornaram, provando que não existe idade para ser descolado. 😉 Afinal, a beleza está nos olhos de quem enxerga. E o preconceito, infelizmente, está na cabeça de todos nós.

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